segunda-feira, 18 de agosto de 2008

FICHA DE RESUMO - 15 de agosto de 2008


LEONHARDT, Michelle Denise. CASTRO, Daiane Dorneles. DUTRA, Renato Luís de Souza. TAROUCO, Liane Margarida Rockenbach. ELEKTRA: Um Chatterbot para Uso em Ambiente Educacional

Disponível em: http://penta3.ufrgs.br/~elektra/info/index.htm

O artigo ELEKTRA: Um Chatterbot para Uso em Ambiente Educacional, tem um contexto técnico que engrandecerá nosso projeto, ao que se diz respeito a um dos pontos fundamentais do mesmo “Educação à Distância”, este tema tem forte significância para fundamentar tudo o que será dito posteriormente.

Muitas vezes os alunos se sentem constrangidos em pedir que o professor repita uma explicação, seja por timidez ou outros motivos, com o Chatterbot este constrangimento não existiria.

"Podem as máquinas pensar?" Esta pergunta, proposta no texto do matemático Alan Turing: Computing, Machinery and Intelligence, publicado originalmente em 1950 originou um teste que chamou de Jogo da Imitação, mas que veio a ser conhecido como o Teste de Turing. Na sistemática do jogo, um interrogador, comunicando-se via terminal com um software e, simultaneamente, com uma outra pessoa, deveria descobrir

quem era quem. O matemático Alan Turing morreu em 1954, uma década antes de programas que simulam o diálogo humano começarem a proliferar.

A maquina de Turing foi um dos primeiros equipamentos que tentou simular o pensamento humano, a ponto de interagir com o mesmo.

Nosso projeto não visa fazer um programa que substitua um ser humano no processo de ensino-aprendizagem, não almejamos tamanha conquista, já que isso ainda é considerado uma ficção em nosso tempo.

O artigo em questão se trata de uma professora virtual chamada ELEKTRA, que é um robô de bate-papo, baseado em outro Chattebot chamado ALICE.

Um é um programa que procura simular uma conversação, com o objetivo de levar o interlocutor a pensar que está falando com outro ser humano [Laven]. Essa possibilidade de se dar a uma máquina habilidade para interagir com o ser humano, através de uma compreensão e simulação do seu comportamento, tem sido, há muito

tempo, alvo de pesquisas na área de Inteligência Artificial. Nesse contexto, foram surgindo, ao longo dos anos, diversas categorias de chatterbots são utilizados na internet: comerciais, de entretenimento, FAQs1, de busca, educacionais, entre outros. Riesbeck e Schank (1989) desenvolveram a teoria de Scripts em seu estudo sobre o

processamento da linguagem natural.

O Chatterbot utiliza-se de uma interface Web, similar a um programa de bate-papo, para assim, interagir com o usuário de uma maneira mais natural possível.

O artigo mostra diversos Chatterbot’s, que de maneira geral trabalham da mesma forma, muitos deles são criados a partir de outros, buscando-se eliminar ao máximo as limitações e erros de seus antecessores.

Este artigo nos proporciona a oportunidade de vermos uma imagem de como seria o visual de um robô de conversação (Chatterbot), como podemos ver na Figura 1.

A Educação à Distância (EAD) pode ser definida como uma experiência planejada de ensino e aprendizagem que faz uso de tecnologias para integrar estudantes que se encontram geograficamente distantes.

A característica básica da EAD é o estabelecimento de uma comunicação de dupla via, na medida em que professor e aluno não se encontram juntos na mesma sala requisitando, assim, meios que possibilitem a comunicação entre ambos como correspondência postal, correspondência eletrônica, telefone ou qualquer ferramenta proveniente da Internet. [Perry 1997].

Mais uma vez podemos observar no trecho acima, a grande vantagem de se utilizar um Chatterbot no ensino à distância, pois, com ele podemos romper com todas as barreiras geográficas e de linguagem. Com a internet podemos tirar dúvidas, estudar conteúdos específicos, em qualquer lugar é a qualquer momento.

O artigo demonstra ainda, como funciona a linguagem de programação utilizada em um Chatterbot (AIML - Artificial Intelligence Markup Language), porém não iremos nos aprofundar neste assunto.

O Chatterbot descrito apresenta um forte apelo no sentido de atiçar a curiosidade e a motivação dos alunos. Por ser uma forma diferente de assimilação de conteúdos, a Profª Elektra pode incentivar o trabalho dos usuários que exige deles uma participação muito mais ativa, onde quem comanda e direciona o diálogo é o próprio interlocutor.

Como relatado no artigo, o Chatterbot é capaz de prender a atenção dos alunos, a fim de atiçar a curiosidade dos mesmos, pois, o usuário tem que estar o tempo todo interagindo com ele, caso isto não ocorra, o Chatterbot poderá chamar a atenção do usuário, para que ele dê seqüência ao dialogo.

Acadêmicos: Luciano Gonçalves dos Santos, Wemerson Lopes da Silva

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