segunda-feira, 18 de agosto de 2008

FICHA DE RESUMO - 14 de agosto de 2008

PRIMO, Alex Fernando Teixeira. COELHO, Luciano Roth. PAIM, Marcos Flávio Rodrigues. REICHEL, Dagmar. Júnior, um chatterbot para educação à distância

Disponível em: http://lsm.dei.uc.pt/ribie/docfiles/txt200372912710J%C3%BAnior.pdf

O artigo pretende discutir o que são chatterbots e que aplicação podem ter na educação mediada por computador.

Para dar embasamento cientifico, os autores usaram-se das teorias de Alan Turing, que foi o idealizador de uma teoria que se fundamentava na possibilidade das máquinas tem a capacidade de pensar.

O grande foco do trabalho era criar um Chatterbot chamado Junior que tivesse características de um humano, o grande desafio seria introduzir personalidade ao mesmo. A função principal do Chatterbot seria de atuar na educação, para facilitar o aprendizado dos alunos, haja vista que um robô pode ficar 24 horas disponível para tirar todas as duvidas de quem a ele perguntar.

O Chatterbot Junior chegou a ser apresenta em um escola para alunos do ensino fundamental, onde eles interagiram com o robô é com isso puderam colaborar com o desenvolvimento do mesmo.

O uso de chatterbots por si só não garante o aprendizado. Deve-se perceber que esta tecnologia é parte de um todo maior em que deve se inserir. O processo educacional pode se tornar ainda mais rico para a exploração e interação através do acréscimo principalmente de conteúdo multimídia e simuladores para a realização de experimentos.

Os autores deixam bem claro que a muito a se pesquisar nesta área, é que muito delicado colocar um robô para ensinar pessoas, pois, estes ainda não são capazes de simular sentimentos, o que por sua vez seria prejudicial no crescimento pessoal dos alunos no meio social.

Acadêmicos: Luciano Gonçalves dos Santos, Wemerson Lopes da Silva

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